Dr. Rodrigo Matos
Implantes dentáriosReabilitação bucalTransformação do sorriso

Conduz os casos de implantes e de reabilitação e coordena o planejamento quando o tratamento envolve mais de uma área.
Rodrigo fundou a Odontovalle em Registro em 2015. Desde então, concentra a sua prática nos tratamentos que devolvem dentes e função: implantes, próteses fixas e reabilitações completas.
O seu modo de trabalhar parte de uma convicção simples: o dentista não trata dentes, trata pessoas por meio dos dentes. Por isso cada caso começa por uma conversa, segue com um diagnóstico documentado e só então se transforma em plano.
- Registro
- Rodrigo Pereira de Matos · CRO-SP 115017
- Formação
- Cirurgião-dentista formado pela Universidade Federal do Paraná.
- Idiomas
- Português e inglês
Implantes dentários
Perder um dente muda mais do que o sorriso. Muda a forma de mastigar, de falar e, muitas vezes, de se mostrar. O implante devolve uma raiz ao lugar onde ela falta.

O que é
O implante é um pino de titânio colocado no osso, no lugar da raiz perdida. Depois que o osso se une a ele, o implante recebe uma coroa feita sob medida, com forma e cor próximas às dos dentes vizinhos.
É uma solução fixa: não se remove para dormir nem para higienizar, e não exige desgastar os dentes ao lado, como acontece em uma ponte convencional.
Para quem costuma ser indicado
- Perda de um único dente, por cárie, fratura ou trauma.
- Perda de vários dentes na mesma região.
- Próteses removíveis que incomodam ou não param no lugar.
- Dentes sem condição de serem mantidos, com extração já indicada.
As três partes de um dente sobre implante
O que se vê na boca é só a coroa. O que a sustenta fica abaixo da gengiva.
Implante
Pino de titânio colocado no osso. Faz o papel da raiz do dente perdido.
Pilar
Componente protético que liga o implante à coroa. Fica na altura da gengiva.
Coroa
A parte visível, feita sob medida em forma e cor para acompanhar os dentes vizinhos.
Como o implante fica preso?
O titânio é um material que o organismo aceita bem. Nas semanas seguintes à cirurgia, o osso cresce e se une à superfície do implante. Esse processo se chama osseointegração, e é ele que dá firmeza ao conjunto.
É por isso que existe um tempo de espera entre a colocação do implante e a coroa definitiva. Respeitar esse intervalo faz parte do tratamento.
Do espaço vazio ao dente pronto

Dente ausente
Sem a raiz, o osso da região tende a diminuir com o tempo, e os dentes vizinhos podem se inclinar para o espaço.

Implante instalado
O implante é colocado no osso e permanece em repouso enquanto a integração acontece.

Coroa instalada
Com o implante firme, o pilar e a coroa são fixados. O dente volta a participar da mastigação.
Um dente, vários ou todos
O mesmo princípio serve a situações bem diferentes. O número de implantes e o tipo de prótese dependem do caso.
Um único dente
Um implante e uma coroa. Os dentes ao lado não são desgastados.
Vários dentes
Dois ou mais implantes podem sustentar uma prótese fixa de vários dentes, sem um implante para cada um.
Todos os dentes de uma arcada
Uma prótese fixa completa apoiada em alguns implantes, conhecida como protocolo.
Preciso ter osso?
O implante precisa de osso em altura e espessura suficientes. Quando o dente foi perdido há muito tempo, parte desse osso pode ter se reabsorvido.
Isso não encerra a conversa. Em muitos casos, um enxerto reconstrói a região antes ou durante a colocação do implante. É a tomografia que mostra quanto osso existe e qual caminho é possível.
As etapas do tratamento
Avaliação e exames
Conversa sobre a sua história, exame clínico e exames de imagem. A tomografia é solicitada quando indicada, para medir o osso disponível.
Planejamento
A posição do implante e o desenho da coroa são definidos antes da cirurgia, a partir do registro digital da sua boca.
Instalação do implante
O implante é colocado em consultório, com anestesia local.
Integração ao osso
O osso precisa de tempo para se unir ao implante. Quando o caso permite, um dente provisório é usado nesse período.
Fase protética
Com o implante integrado, o pilar e a coroa são confeccionados e instalados, ajustados à sua mordida.
Acompanhamento
Retornos periódicos para avaliar a gengiva e o osso ao redor do implante.
Quanto tempo leva
O prazo total depende da qualidade do osso, da região da boca e da necessidade de enxerto. Em muitos casos, vai de três a seis meses entre a cirurgia e o dente definitivo. O prazo do seu caso é informado no planejamento.
O que o tratamento pode proporcionar
- Dente fixo, que não é removido para dormir nem para limpar.
- Os dentes vizinhos são preservados, sem desgaste para apoiar uma ponte.
- A presença do implante ajuda a manter o osso da região.
- Mastigação e fala com estabilidade.
Por que o planejamento é individual
Duas pessoas com a mesma falha podem precisar de tratamentos diferentes. A quantidade de osso, a saúde da gengiva, a mordida, as condições gerais de saúde e os hábitos de cada um mudam a indicação, a técnica e o prazo. Por isso o plano só é fechado depois do exame clínico e dos exames de imagem.
Recuperação e cuidados
Nos primeiros dias, é comum haver algum inchaço e sensibilidade, controlados com a medicação prescrita. Repouso relativo, alimentação fria e pastosa e higiene orientada fazem parte do pós-operatório. A maior parte das pessoas retoma a rotina em poucos dias.
Riscos e limites
Implante é cirurgia, e toda cirurgia tem riscos. Os principais são infecção, falha na união do implante ao osso e inflamação ao redor do implante ao longo dos anos.
Tabagismo, diabetes sem controle e higiene deficiente aumentam esses riscos. Nem todo caso pode receber implante de imediato: às vezes é preciso tratar a gengiva ou reconstruir o osso antes.
Tudo isso é avaliado e explicado a você antes de qualquer decisão.
Dúvidas frequentes
Colocar implante dói?
A cirurgia é feita com anestesia local, e o esperado é não sentir dor durante o procedimento. Depois, pode haver desconforto por alguns dias, controlado com a medicação prescrita.
Quanto tempo dura um implante?
Com higiene adequada e retornos regulares, um implante pode durar muitos anos. A coroa sobre ele pode precisar de ajuste ou troca com o tempo, como qualquer restauração.
Tenho pouco osso. Ainda posso fazer?
Muitas vezes, sim. Existem técnicas de enxerto que reconstroem o osso antes ou durante a colocação do implante. Só os exames de imagem mostram o que é possível no seu caso.
Existe idade máxima para colocar implante?
Não. O que importa é a saúde geral e a condição do osso e da gengiva. Pessoas idosas recebem implantes com frequência.
Protocolo e dentes fixos
Quem usa dentadura conhece o receio de ela soltar no meio de uma conversa ou de uma refeição. A prótese fixa sobre implantes existe para que esse receio deixe de fazer parte do dia.

O que é
O protocolo é uma prótese completa, de uma arcada inteira, parafusada sobre implantes. Fica fixa na boca e só é removida pelo dentista, nas consultas de manutenção.
Substitui a dentadura e também os dentes muito comprometidos, que não podem mais ser mantidos. Devolve firmeza para mastigar e segurança para falar e sorrir.
Para quem costuma ser indicado
- Quem perdeu todos os dentes de cima, de baixo ou das duas arcadas.
- Quem usa dentadura que solta, machuca ou limita a alimentação.
- Quem tem os dentes restantes condenados por doença na gengiva ou cáries extensas.
Dentadura e prótese fixa sobre implantes
| Dentadura | Prótese fixa sobre implantes | |
|---|---|---|
| Como se fixa | Apoia-se na gengiva | É parafusada em implantes |
| Estabilidade | Pode se mover ao falar e mastigar | Não sai do lugar |
| Céu da boca | A superior cobre o céu da boca | Fica livre |
| Remoção | Retirada pelo paciente todos os dias | Retirada só pelo dentista, na manutenção |
| Osso | Não transmite carga ao osso, que tende a diminuir | Os implantes transmitem a força da mastigação ao osso |
| Tratamento | Não exige cirurgia | Exige cirurgia e tempo de integração |
Posso colocar dentes fixos?
Na maior parte dos casos de perda total, sim. A resposta depende da quantidade de osso, da saúde geral e do controle de condições como o diabetes.
Quando o osso é insuficiente, existem técnicas para contornar isso, e elas são avaliadas na tomografia. Há também situações em que outra solução atende melhor, e nesse caso é ela que recomendamos.
As etapas do tratamento
Avaliação e exames
Exame clínico e de imagem para conhecer o osso disponível e a sua saúde geral.
Planejamento
Número e posição dos implantes, formato e tamanho dos dentes. É nesta fase que você vê e opina sobre o desenho do novo sorriso.
Cirurgia
Colocação dos implantes com anestesia local. As extrações, quando necessárias, costumam ser feitas no mesmo ato.
Prótese provisória
Em casos selecionados, uma prótese provisória fixa é instalada logo após a cirurgia. Em outros, usa-se uma provisória removível durante a cicatrização.
Prótese definitiva
Com os implantes integrados ao osso, a prótese final é confeccionada e ajustada à sua mordida.
Manutenção
Consultas periódicas em que a prótese é removida, limpa e revisada pelo dentista.
Quanto tempo leva
Entre a cirurgia e a prótese definitiva, o intervalo costuma ser de alguns meses, que é o tempo de o osso se unir aos implantes. Se você sai ou não com dentes fixos provisórios no início depende do seu caso, e isso é definido no planejamento.
O que o tratamento pode proporcionar
- Prótese fixa, que não é retirada no dia a dia.
- Firmeza para mastigar alimentos que a dentadura costuma limitar.
- Céu da boca livre, o que favorece o paladar e a fala.
- Segurança para conversar e sorrir.
Por que o planejamento é individual
O número de implantes, a posição de cada um e o formato dos dentes são definidos caso a caso. O planejamento considera o osso disponível, a relação entre as arcadas, a linha do sorriso e o suporte dos lábios. Você participa dessa fase e opina sobre o desenho antes de qualquer etapa definitiva.
Recuperação e cuidados
O pós-operatório pede alguns dias de repouso, alimentação macia e medicação conforme a prescrição. Durante a cicatrização, a dieta segue orientações específicas para proteger os implantes.
Riscos e limites
Os riscos são os de qualquer cirurgia de implante: infecção, falha na união de um implante ao osso e inflamação da gengiva ao redor dos implantes.
A prótese fixa exige higiene específica todos os dias e manutenção profissional periódica. Sem esses cuidados, o tratamento pode ser comprometido.
Nem todo paciente tem indicação para protocolo. Quando outra solução atende melhor, é ela que recomendamos.
Dúvidas frequentes
Vou ficar sem dentes durante o tratamento?
Não. Em todas as fases você usa algum tipo de prótese, fixa ou removível, conforme o seu caso permitir.
Qual é a diferença entre protocolo e dentadura?
A dentadura se apoia na gengiva e pode se mover. O protocolo é parafusado em implantes: não sai do lugar, não cobre o céu da boca e transmite a força da mastigação ao osso.
Como é a limpeza do protocolo?
Em casa, com escova, fio próprio e, quando indicado, irrigador. Na clínica, em consultas periódicas, a prótese é removida para limpeza completa e revisão.
O protocolo dura para sempre?
Os implantes podem durar muitos anos quando bem cuidados. A prótese sofre desgaste natural e pode precisar de reparos ou de substituição ao longo do tempo.
Reabilitação oral
Dentes desgastados, quebrados ou ausentes raramente são problemas isolados. Quando a mordida inteira perdeu o equilíbrio, tratar um dente de cada vez não resolve.

O que é
Reabilitação oral é o planejamento conjunto de toda a boca, considerando função, conforto e estética ao mesmo tempo. Pode reunir coroas de porcelana, próteses fixas, implantes e restaurações.
Quando necessário, envolve também aparelho ortodôntico, tratamento de canal e cuidado com a gengiva. Na Odontovalle, as diferentes áreas trabalham sobre um mesmo plano.
Para quem costuma ser indicado
- Dentes encurtados ou trincados por bruxismo.
- Várias restaurações antigas, quebradas ou infiltradas.
- Perda de vários dentes, com dificuldade para mastigar.
- Próteses antigas mal adaptadas.
- Dor ou cansaço ao mastigar e sensação de mordida instável.
Por que não tratar um dente de cada vez?
Os dentes trabalham em conjunto. Quando vários estão desgastados ou faltando, a mordida muda, e o que se reconstrói em um ponto passa a receber forças para as quais não foi planejado.
Planejar a boca inteira permite distribuir essas forças, definir a ordem certa das etapas e evitar refazer trabalho.
O que pode fazer parte
A reabilitação bucal não é um procedimento, é a combinação planejada de vários. Nem todos entram em todos os casos.
Coroas
Peças de porcelana que recobrem dentes muito destruídos e devolvem forma e resistência.
Próteses fixas
Substituem um ou mais dentes ausentes, apoiadas em dentes vizinhos ou em implantes.
Implantes
Repõem raízes perdidas e servem de base para coroas e próteses.
Restaurações e facetas
Recuperam bordas, superfícies e proporções com menor desgaste.
Placa de proteção
Protege os dentes e as peças novas em quem range ou aperta os dentes.
As etapas do tratamento
Diagnóstico completo
Exame clínico, fotografias, escaneamento digital e exames de imagem.
Plano de tratamento
Você recebe a sequência de etapas, os prazos estimados e as alternativas possíveis.
Preparo
Tratamento de gengiva, canais e extrações, quando necessários, para que a base esteja saudável.
Provisórios
Peças provisórias permitem testar o formato dos dentes e a mordida antes das definitivas.
Peças definitivas
Coroas, próteses e restaurações finais, confeccionadas a partir do que foi testado.
Proteção e acompanhamento
Placa de proteção quando indicada e retornos programados.
Quanto tempo leva
Reabilitações variam de algumas semanas a vários meses, conforme o número de dentes envolvidos e a necessidade de implantes ou de aparelho. O tratamento pode ser organizado em fases.
O que o tratamento pode proporcionar
- Mastigação mais eficiente e confortável.
- Mordida equilibrada, com forças bem distribuídas.
- Dentes com forma e proporção recuperadas.
- Um plano único no lugar de reparos isolados.
Por que o planejamento é individual
É o tratamento em que o planejamento mais pesa. Fotografias, escaneamento digital e exames de imagem permitem estudar a mordida, simular o formato dos dentes e testar a proposta com peças provisórias antes das definitivas.
Recuperação e cuidados
A maior parte das etapas é feita em consultório, sem afastamento da rotina. Quando há cirurgia, valem as orientações de pós-operatório de cada procedimento.
Riscos e limites
Dentes que recebem coroas precisam de desgaste, e esse desgaste não se reverte. Por isso a indicação é feita com critério, dente a dente.
Peças de porcelana podem lascar ou soltar, sobretudo em quem range os dentes e não usa a placa de proteção.
É um tratamento longo, que depende do seu comparecimento e dos cuidados em casa.
Dúvidas frequentes
Preciso fazer tudo de uma vez?
Não necessariamente. O plano pode ser dividido em fases, começando pelo que é mais urgente para a saúde e a função.
Coroa de porcelana parece dente natural?
As cerâmicas atuais reproduzem cor, translucidez e textura de forma muito próxima à do dente. O resultado depende do planejamento, do material indicado e das condições de cada caso.
Tenho bruxismo. Posso fazer reabilitação?
Sim, e muitas vezes o bruxismo é justamente o motivo do tratamento. O planejamento considera essa força, e o uso da placa de proteção costuma fazer parte do cuidado depois.
Reabilitação é só para quem perdeu dentes?
Não. Muitos casos envolvem dentes presentes, porém desgastados, fraturados ou com restaurações extensas.
Estética dental
Um sorriso bonito é, antes de tudo, um sorriso que parece seu. O objetivo de um tratamento estético é harmonia com o seu rosto, não uniformidade.

O que é
A estética dental reúne procedimentos que alteram cor, forma e proporção dos dentes e da gengiva: clareamento, facetas de porcelana ou de resina, restaurações estéticas e contorno gengival.
Cada um tem indicações e limites próprios. A escolha parte do que incomoda você e do que os seus dentes permitem fazer com segurança.
Para quem costuma ser indicado
- Dentes escurecidos ou amarelados.
- Dentes com formato irregular, pequenos ou com espaços entre eles.
- Bordas lascadas ou desgastadas.
- Restaurações antigas e aparentes.
- Gengiva que aparece demais ao sorrir ou tem contorno desigual.
Quatro caminhos, do mais simples ao mais elaborado
A indicação começa sempre pela opção menos invasiva capaz de resolver o que incomoda.
Clareamento
Altera a cor sem desgastar o dente. Costuma ser o primeiro passo, mesmo quando há outros tratamentos previstos.
Restaurações em resina
Corrigem bordas lascadas, pequenos espaços e formato, em geral em uma sessão.
Facetas de porcelana
Lâminas finas aplicadas na frente dos dentes para mudar forma, cor e proporção de modo mais amplo.
Contorno da gengiva
Ajusta a moldura do sorriso quando a gengiva aparece demais ou é desigual.
E se alinhar os dentes já resolver?
Acontece com frequência. Dentes tortos parecem ter formato ruim quando o problema é a posição. Nesses casos, um aparelho ou alinhadores resolvem sem desgastar nada, e essa passa a ser a recomendação.
As etapas do tratamento
Conversa
O que incomoda, o que você espera e o que não quer. Essa conversa orienta todo o resto.
Análise
Fotografias do rosto e do sorriso e escaneamento digital dos dentes.
Proposta
As opções para o seu caso, da menos à mais invasiva. Quando indicado, um ensaio provisório sobre os dentes mostra o formato antes de qualquer desgaste.
Execução
Clareamento, facetas ou restaurações, conforme o plano aprovado por você.
Acompanhamento
Revisões para manter cor, polimento e saúde da gengiva.
Quanto tempo leva
Um clareamento leva de dias a poucas semanas. Facetas envolvem planejamento, preparo e confecção das peças, e costumam levar algumas semanas no total.
O que o tratamento pode proporcionar
- Cor, forma e proporção em harmonia com o rosto.
- Correção de bordas lascadas, espaços e restaurações aparentes.
- Resultado planejado e visto por você antes de ser executado.
Por que o planejamento é individual
O mesmo incômodo pode ter soluções muito diferentes, com graus de intervenção diferentes. O planejamento parte de fotografias do rosto e do escaneamento dos dentes e, quando indicado, de um ensaio provisório, para que a decisão seja tomada com a proposta à vista.
Recuperação e cuidados
Não há afastamento da rotina. Após o clareamento, pode haver sensibilidade passageira. Após facetas, há um período curto de adaptação.
Riscos e limites
Facetas de porcelana podem exigir desgaste do esmalte, que não se recupera. Por isso só são indicadas quando o benefício justifica.
O clareamento pode causar sensibilidade temporária e não altera a cor de restaurações e coroas já existentes.
Nem todo caso é indicado para facetas. Às vezes, alinhar os dentes ou clarear resolve com menos intervenção, e essa é a opção que recomendamos.
Dúvidas frequentes
Faceta e lente de contato dental são a mesma coisa?
São da mesma família. Lente de contato é o nome dado às facetas de porcelana muito finas, usadas quando o caso permite pouco ou nenhum desgaste do dente.
Clareamento estraga os dentes?
Feito com indicação e supervisão do dentista, o clareamento é seguro. A sensibilidade, quando aparece, é temporária.
O resultado fica artificial?
O planejamento considera o seu rosto, a sua idade e o tom natural dos seus dentes. A referência é o seu sorriso, não um padrão único.
Quanto tempo duram as facetas?
Podem durar muitos anos com higiene adequada e revisões. Hábitos como roer unhas, morder objetos e ranger os dentes reduzem essa durabilidade.
Cirurgia oral e siso
Extrair um siso ou um dente comprometido é um procedimento comum, e não precisa ser uma experiência difícil. Planejamento e técnica fazem diferença no pós-operatório.

O que é
A cirurgia oral reúne os procedimentos cirúrgicos feitos em consultório: extração de sisos e de dentes sem condição de tratamento, enxertos de osso e de gengiva, remoção de freios e biópsias de lesões da boca.
São realizados com anestesia local, depois de avaliação clínica e de exames de imagem.
Para quem costuma ser indicado
- Sisos sem espaço, inclinados ou que inflamam com frequência.
- Dentes fraturados ou com cárie muito extensa.
- Falta de osso para receber implantes.
- Feridas ou alterações na boca que não cicatrizam e precisam ser investigadas.
Quando a extração do siso costuma ser indicada
O siso não sai por regra. Sai quando causa, ou tende a causar, um problema.
Falta de espaço
O dente fica preso no osso ou nasce inclinado contra o vizinho.
Inflamações repetidas
A gengiva sobre um siso parcialmente nascido inflama com frequência.
Cárie
No próprio siso ou no dente ao lado, em região difícil de limpar.
Planejamento de outros tratamentos
Em alguns casos, a extração faz parte do preparo para alinhar os dentes.
O que esperar depois da cirurgia
- Primeiras 24 horas
Repouso
Compressas frias, alimentação fria e líquida, cabeça elevada ao deitar.
- Do segundo ao terceiro dia
Pico do inchaço
É quando o inchaço costuma ser maior. Depois, começa a ceder.
- Primeira semana
Retomada
Volta gradual à alimentação normal e retorno para avaliar a cicatrização.
As etapas do tratamento
Avaliação
Exame clínico, radiografia e, quando indicada, tomografia, para conhecer a posição do dente e das estruturas vizinhas.
Planejamento
Definição da técnica e das orientações para antes da cirurgia, considerando a sua saúde e os medicamentos que você usa.
Cirurgia
Realizada com anestesia local, em consultório.
Pós-operatório
Orientações por escrito sobre medicação, alimentação, higiene e repouso.
Retorno
Consulta para avaliar a cicatrização e remover os pontos, quando houver.
Quanto tempo leva
A cirurgia costuma durar menos de uma hora. A cicatrização inicial leva de uma a duas semanas.
O que o tratamento pode proporcionar
- Remoção de focos de dor e de infecção.
- Proteção dos dentes vizinhos.
- Preparo do osso e da gengiva para implantes e outros tratamentos.
Por que o planejamento é individual
A posição do dente, a proximidade de nervos e de outras estruturas e a sua condição de saúde definem a técnica e os cuidados. Por isso a cirurgia é antecedida por exame clínico e de imagem, e por uma conversa sobre os medicamentos que você usa.
Recuperação e cuidados
Inchaço e desconforto são esperados nos primeiros dias e costumam atingir o pico entre o segundo e o terceiro. Compressas frias, repouso e alimentação macia e fria ajudam. Evite esforço físico, fumo e bochechos vigorosos nos primeiros dias.
Riscos e limites
Os riscos mais comuns são dor, inchaço, sangramento e infecção. A inflamação do local da extração, chamada alveolite, pode acontecer e tem tratamento.
Em sisos inferiores próximos ao nervo, há um risco pequeno de alteração de sensibilidade no lábio ou na língua, quase sempre temporária. Esse risco é avaliado pelos exames de imagem antes da cirurgia.
Dúvidas frequentes
Todo siso precisa ser extraído?
Não. Sisos bem posicionados, saudáveis e que podem ser higienizados não precisam sair. A indicação depende do exame clínico e de imagem.
Posso extrair os quatro sisos de uma vez?
Em muitos casos, sim. A decisão considera a posição dos dentes, a sua saúde e a sua preferência.
Quanto tempo de recuperação?
A maior parte das pessoas retoma as atividades leves em dois ou três dias. Esforço físico deve esperar cerca de uma semana.
O que é enxerto ósseo?
É a reconstrução do osso em uma região onde ele foi perdido, em geral para permitir a colocação de um implante.
Agende com o Dr. Rodrigo Matos.
Só uma avaliação indica o tratamento certo para o seu caso. Fale com a Odontovalle e conte o que você precisa.